Arquivo | setembro 2018

Sorteio rolando no Instagram!

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Pessoal ta rolando sorteio no Instagram destes três livros na foto:

. Me chame pelo seu nome, André Aciman

. Aconteceu naquele verão, Stephanie Perkins (contos)

. Alucinadamente Feliz, Jenny Lawson

 

Essa foto não é a oficial (por isso a rasura, rs) mas vocês vão encontrar a FOTO OFICIAL e as REGRAS do sorteio na página do instagram. Vocês podem acessar aqui na lateral direita da página ou pelo link:

https://www.instagram.com/p/BoPlnX1BxKp/

Participem, e Boa Sorte! bjs

 

Resenha: Pequenos incêndios por toda parte, Celeste Ng – Ed. Intrínseca

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Eu já havia lido algo sobre o livro na página da @intrinseca, mas confesso que foi durante uma visita à livraria que o título me chamou atenção. Quando li a sinopse da obra escrita por Celeste Ng, achei algumas semelhanças com outras quw já li de uma autora que gosto muito: Liane Moriarty. E não estava errada.

Ambas as escritoras são maravilhosas porque tornam personagens/acontecimentos ordinários e banais em histórias com tramas surpreendentes.

Em Pequenos incêndios por toda parte não é diferente. O enredo nos prende do início ao fim (se não me engano, li o livro em três dias), e ao longo da leitura descobrimos que nenhum personagem é perfeito, essencialmente bom ou mal, são todos humanos. Os plots tratados são diversos, desde imigração, abandono paterno, traição, problemas psicológicos, superficialidade forçada além de promover uma excelente discussão em torno dos processos de adoção nos EUA.

Foi interessante ver como a autora incluiu pontos relevantes de sua cultura – seus pais são imigrantes chineses, já ela é americana – de forma muito sutil no enredo. E mais interessante ainda foi constatar que a citação de Anna Karenina “As famílias felizes parecem-se todas; as famílias infelizes são infelizes cada uma à sua maneira” é atemporal.

Gostei tanto da leitura, que em seguida comprei outro título da autora, chamado “Tudo que nunca contei” e confesso que ele está na filinha de espera dos livros a serem lidos mas estou ansiosa.

Celeste Ng foi uma agradável descoberta! Recomendo!

Links para compra:

https://www.saraiva.com.br/pequenos-incendios-por-toda-parte-10133384.html?pac_id=123134&gclid=EAIaIQobChMImM_dvMzZ3QIVkoSRCh18ZQvjEAkYASABEgJak_D_BwE

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Animais Fantásticos: Os crimes de Grindewald – Trailer Final

Saiu gente!!!

Foi divulgado hoje o trailer final de Animais Fantásticos: Os crimes de Grindewald, o segundo filme do universo de Fantastic Beasts, com data confirmada para o dia 16 de novembro de 2018!!!

A produção passou por algumas turbulências, como por exemplo a continuação de Johnny Depp na produção – que dá vida à Grindewald – após as denúncias de violência doméstica feitas contra ele por sua ex-esposa, Amber Hard. Mas as filmagens foram finalizadas e polêmicas à parte, estou muito ansiosa para o filme e principalmente entender melhor a relação entre Grindewald e Dumbledore ( Jude Law), algo que sempre foi muito nubuloso, nos livros do universo de J.K. Rowling.

Ansioooooosa!!!!

Confiram abaixo o trailer:

Fonte: https://www.ingresso.com

Review: American Horror Story – Apocalypse – EP02: The Morning After

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Oi gente!!! Demorou um pouquinho mas aqui está a review do ep 2, exibido quinta passada, intitulado The Morning After. Como eu recebi um feedback de vocês que o primeiro review ficou muito longo, vou fazer este em tópicos, ressaltando os pontos que considerei mais importantes, ok? Me digam depois se ficou melhor!

– ALERTA SPOILERS –

  • Crossover: Se estávamos ansiosos pelo retorno das personagens antigas no episodio anterior, continuamos assim. Novamente só vimos Michael Langdom mas… se havia alguma dúvida a respeito dele ter poderes ou suas habilidades de manipulação, elas não existem mais. Algo que ficou claro com o plot das cobras e o desenrolar da trama entre Gallant e o Rubber Man.
  • Cobras: Na minha opinião, as cobras dão uma prévia da temática principal do episódio, que trata basicamente de desejo/tentação. Sim, Ryan Murphy está mais uma vez utilizando referências bíblicas na série.
  • Santuário e o Teste de Cooperação: Após Veneable ser questionada pelos moradores do Posto sobre quem estaria em sua sala, Michael se apresenta e informa à todos sobre a existência do Santuário e o Teste de Cooperação – um teste aplicado por ele e que irá ajudá-lo a decidir quem merece ou não seguir com ele para o novo local. Algo que achei curioso foi que os moradores do posto focaram muito na função que cada um teria para  um movimento de “repovoar o Mundo” sendo que em nenhum momento Michael fala que este é o objetivo principal dos testes e/ou do Santuário.
  • Gallant X Eve: Durante o teste de Gallant, entendemos melhor sua relação com a avó, Eve. Ambos possuem frustrações um com o outro, e o neto chega a verbalizar a raiva que sente da avó. Essa informação foi necessária para entendermos melhor a atitude de Eve ao flagrar a relação sexual entre o neto e Rubber Man, onde ela o delata para as superiores.
  • Veneable x Michael: Durante o teste de Veneable – na qual ela é reprovada – vemos a tensão existente entre ela e Michael, sua dificuldade em se submeter as ordens dele, e principalmente a forma como ele a humilha; Langdom exige que Veneable mostre sua deformidade na coluna e de certa forma a seduz para, em seguida, a desprezar. É neste momento que o telespectador entende o porque da forma de caminhar da personagem.
  • Gallant X Rubber Man: Durante seu teste Gallant é seduzido por Michael e logo em seguida, recebe a visita do Rubber Man, o que o leva a acreditar ser Michael. Os dois tem relações sexuais, o que é flagrado e delatado por Eve. Após o castigo de Gallant, Lagdom o informa de que não era ele em seu quarto, e ainda o humilha da pior maneira possível, usando inclusive seus pontos mais fracos, como a relação com a avó. Mais tarde, ele recebe uma nova visita do RM, e acreditando ser Michael o ataca com uma “faca” mas… vemos Michael na porta do quarto e no lugar do Rubber a avó de Michael, Eve, agora assassinada pelo neto.
  • Identidade do Rubber Man: muito foi especulado na internet nos últimos dias, mas na minha opinião fica claro que o Rubber é “algo” controlado por Michael, e não um personagem com a roupa, como na primeira temporada. Ele aparece nas cenas com Gallant e na cena onde os jovens descobrem que a proibição à respeito de relacionamentos sexuais dentro do Posto é algo criado por Veneable, e não solicitado pela Coorporativa. Com o desfecho de Eve, fica ainda mais evidente a conexão Michael-Rubber.
  • Emily X Timothy: Após a leitura do e-mail que supostamente libera relações sexuais dentro do Posto, os jovens correm para o quarto. Ainda na cama, são encontrados por Mead e levados para Veneable – que mesmo depois de ser confortada, decide pelo castigo dos dois. Durante o castigo, Timothy consegue se soltar e acerta um tiro em Mead.
  • O que é Miriam Mead (Kathy Bates)?: Após o tiro dado por Timothy, vemos (no que é a cena final) que Mead é algo proximó de artificial/ciborgue ou possui partes artificiais em seu corpo. Não fica claro se ela está sentindo dor após ser ferida ou se está surpresa pelo dado que lhe foi causado. Foi a grande revelação e gancho do episódio.
  • Personagem de Billy Lourd: Por que veio? Qual a função? Saiu de “Cult” e só trocou de figurino?!
  • Música de destaque: Time in a Bottle, de Jim Croce

Espero que tenham gostado e aguardo os comentários de vocês! E vamos esperar pelo episódio 3, intitulado “Forbidden Fruit”, ou O Fruto Proibido. Para os que me perguntaram, os episódios inéditos estão sendo exibidos pelo canal FX, todas às 5as feiras, às 16 hras.

Abaixo, o teaser do próximo episódio, e até lá!

Resenha: A casa das marés, Jojo Moyes

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Jojo Moyes é aquela leitura que não tem erro, se você está com medo de arriscar e com necessidade de ler uma obra de qualidade, ela é escolha certa; a história sempre é bem escrita e o enredo bem pensado e sem furos. Mas, sou suspeita para falar, afinal ela é umas das minhas cinco escritoras favoritas e nem é por causa de seu livro de maior sucesso, Como eu era antes de você.

Comprei A casa das marés (Editora Intrínseca) sem ler a sinopse, em alguma promoção junto com vários outros livros, tamanha era minha certeza de que eu gostaria da leitura. O que eu não sabia é que eu iria gostar TANTO, e que ele por pouco não roubaria de O Som do Amor o lugar de “livro preferido da Jojo Moyes” na minha vida!

Aliás, faz sentido que eu tenha me apaixonado por ambos os livros; os dois tem como âncora do enredo uma “casa”, de forma que a história pode estender-se por dias, meses e até décadas, mas a presença do local é uma constante. E é  onde os  acontecimentos principais do romance se realizam, e onde as personagens se apresentam e amadurecem. E as similaridades não param por aí: ambas as obras tem como pano de fundo a temática – o que fazer quando a vida não obedece “nossos planos” e não sai como o planejado. Nos dois casos, lemos histórias muito reais de amadurecimento e superação.

Em A casa das marés a linha temporal começa na década de 50, e dá um salto para 50 anos depois. Durante este período acompanhamos a evolução da Casa Arcádia – localizada na orla de uma pacata cidade do interior americano – e das amizades, amores e traições que envolverão seus personagens dentro e fora dela. Primeiramente, me chamou muita atenção o fato de apesar de termos alguns personagens com atitudes péssimas e caráter duvidoso, nenhum deles pode ser classificado como um vilão, um “ser do mal”, pura e simplesmente. A escritora depositou tanta carga emocional e humana para a história, que em vários momentos me vi questionando se “aquela atitude tenebrosa” não seria compreensível diante das circunstancias e do arco da personagem. Não se trata de um conto de fadas ou um romance de fantasia, é uma história muito real que poderia e pode ter acontecido na vida de muitas pessoas. Se eu pudesse resumir, diria que é um romance de desencontros e as reviravoltas da própria vida.

Outro fator que me chamou muita atenção é que ao longo de suas 376 páginas não houve um diálogo vazio, uma página de “embromação”, nada. Jojo Moyes utilizou-se de uma franqueza tão surpreendente ao contar a história de Lottie, Celia e da Casa Arcádia que todas as palavras ditas ali são relevantes e pertinentes, não há espaços para firulas literárias, o foco é a vida daquelas personagens, que nos está sendo contada.

Não quero falar muito mais, porque indico – aliás quero – que vocês leiam. Este livro mexeu bastante comigo e acredito que irá fazer o mesmo com quem se propor a lê-lo. E para as arquitetas (os), deixo uma passagem que na minha opinião resume lindamente a “dor e a delícia” da profissão. Boa leitura!

“Essa era sempre a parte mais difícil de um projeto. A visão que você tinha se esmerado para construir, para a qual havia perdido noites de sono, trabalhado com poeira no cabelo e as unhas cobertas de tinta finalmente ficava pronta, colorida com dores e estofada com exaustão. Então, quando tudo estava perfeito, você abandonava o lugar.”

Sinopse: A casa das Marés, Jojo Moyes – Ed. Intrínseca:

Uma história que atravessa décadas e gerações para mostrar que nunca é tarde demais para nos descobrir e correr atrás dos nossos sonhos.

Na década de 1950, Merham não passava de uma cidadezinha litorânea como tantas outras: pacata, tradicional e obcecada pelas aparências. Os homens cuidavam do comércio, as mulheres cuidavam dos filhos e todos tomavam conta da vida dos outros. Até que um boêmio grupo de artistas estrangeiros se muda para a Casa Arcádia, uma bela construção art déco à beira-mar. Ao contrário dos demais habitantes, que logo veem os artistas com maus olhos, temerosos de que possam destruir a boa reputação da cidade, Lottie Swift e Celia Holden não conseguem esconder o interesse pelos novos residentes.

Cinquenta anos mais tarde, quando o passado já parece enterrado e esquecido, a Casa Arcádia é vendida para um empresário que pretende transformá-la em um refúgio de luxo planejado pela arquiteta Daisy Parsons, que chega a Merham para reconstruir não só a casa, mas sua própria vida. Porém, assim como antes, o prenúncio de mudança revolta os moradores, dispostos a tudo para inviabilizar o projeto.

Repleto de encontros emocionantes e segredos revelados, A casa das marés é uma leitura deliciosa e romântica que explora as dinâmicas familiares, antigos amores e traições.

Links para compra: AMBOS NA PROMOÇÃO!!!

https://www.saraiva.com.br/a-casa-das-mares-9855305.html?pac_id=123134&gclid=EAIaIQobChMIkqjBrvzM3QIVjQ6RCh0EHgcKEAQYASABEgJA-_D_BwE

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The Affair e a polêmica 4a temporada:

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Unicamente para atender a um (mau) hábito que adquiri na “Era Pós-Netflix”, onde passei a assistir a temporada de uma série inteira em sequência, aguardei o fim da 4a temporada de The Affair para começar a vê-la. Péssima, péssima ideia.

– ALERTA SPOILERS –

Por mais que eu tente normalmente fugir de spoilers de séries, nunca achei que um dos mais surpreendente deles aconteceria com The Affair. Bastou o episódio 9 ir ao ar para toda a especulação em torno da saída da atriz Ruth Wilson, que interpreta Alison, ganhar forma e vir à tona violentamente. Inusitadamente, fiquei sabendo do destino da personagem por um amigo. A partir daí fui me informar melhor sobre o ocorrido e sim, comecei a assistir aos episódios imediatamente.

Mesmo com toda a polêmica divulgada na mídia envolvendo a saída da atriz – desigualdade salarial com o ator Dominic West, divergências com a produção, grande número de cenas – ao terminar de assistir o episódio 9, onde em uma cena bizarra e maravilhosa Noah e Cole são avisados da morte de Alison (aliás foi o momento em todo o seriado que mais demostrou a diferença de personalidade entre eles), e depois de acompanhar todo os arco dos personagens durante a temporada, achei a morte de Alison muito pertinente e verossímil dentro do roteiro. De uma forma bastante triste, é verdade, mas entendam: estávamos diante de uma personagem que já tinha sofrido vários abusos, foi sexualizada por todos a vida inteira, perdeu um filho em um acidente trágico e culpava-se por isto, tinha uma mãe irresponsável e desorganizada emocionalmente, descobriu ser filha de um estupro de um pai que reaparece quase 40 anos depois querendo um órgão seu (que novela mexicana esse plot do pai né?!), além de um quadro de depressão crônica; portanto um suicídio pertencia ao histórico da personagem. Fechava – tristemente – um ciclo de uma vida dura e extremamente infeliz.

Antes que eu leve uma bronca por dizer algo irresponsável: suicídio não é resposta para nada, não é solução e se você está passando por algo, por menor que seja, procure ajuda! Depressão é algo sério que precisa ser tratado, ok?! Estamos no “setembro amarelo” e quanto mais nos ajudarmos, menos sofreremos com esta dor que só quem passou ou passa, sabe o quao difícil é. Caso queira conversar com alguém procure o CVV (Centro de Valorização da Vida): https://www.cvv.org.br/ da sua cidade.

Voltando ao review….

Mas aí veio o season finale… e revolta é pouco perto do que eu senti.

Primeiro, vimos a mudança drástica que tivemos na estrutura da série, onde ambas as perspectivas que assistimos  no ep10 eram de Alison, porém uma tratava-se da realidade e a outra uma distorção dela, ou até mesmo uma fantasia. Minha interpretação é que a “verdade” está em algum ponto entre as duas narrativas. Segundo: entregaram a um personagem que não tinha nenhuma importância, carga ou envolvimento com o enredo, a responsabilidade de ser o assassino de uma das personagens principais. E mesmo com todo o descontrole dito – mas não mostrado – pertencente à Ben, a cena do assassinato de Alison foi algo “non-sense”, dentro de uma série que sempre abordou assuntos e relacionamentos cotidianos de forma crua e pragmática.

Terminei a temporada, e me dei conta que parecia que eu havia voltado dez anos na minha vida e estava assistindo mais uma vez à morte de Marissa em The O.C. E Alison – assim como Marissa – é uma personagem que possui tanto peso para a trama, que é impossível seguir com a série por mais uma temporada sem que a mesma tenha a sua presença, ou seja: é necessário lançar mão do recurso “quem matou x justiça x vingança” para que o roteiro se mantenha. Assim, Alison não está mais presente, mas o que já vimos e provavelmente iremos ver na 5a e última temporada é a forma como sua ausência afetará os demais personagens da trama, como eles reagirão à sua morte. O que é lamentável para uma produção como The Affair.

Mas vou mudar o foco negativo para o principal ponto positivo desta temporada: a atuação de Joshua Jackson e o excelente desenvolvimento de seu personagem, Cole. Minha adolescente interna tem uma queda pelo ator desde o Pacey de Dawson’s Creek, e até mesmo eu fiquei surpresa com a brilhante atuação feita por ele. A carga dramática do personagem não foi pequena, e no decorrer dos episódios vimos o personagem de Cole amadurecer simultaneamente com o desempenho do ator. Na minha opinião, ele merece um prêmio ou ao menos uma indicação por esta temporada.

Concluindo, é claro que irei assistir à ultima temporada de The Affair, mas admito que as minhas expectativas estão as mais baixas possíveis. Como fã, torço por justiça para Alison e um final feliz para Cole. Já do outro casal de protagonistas – Helen e Noah – eu não consigo nem pensar em algo, minha sensação é que seus plots ficaram apagados diante da morte de Alison e do desenvolvimento de Cole, mesmo com a sempre maravilhosa atuação de Maura Tierney. À aguardar, e torcer por um maior empenho dos roteiristas e redatores, para que a série tenha um encerramento digno de sua qualidade.

 

 

Hoje é dia de Emmy!

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Sim, este ano não foi Domingo e sim na Segunda!

Acontece hoje em Los Angeles – USA, a 70a Cerimônia do Emmy Awards, que será transmitida aqui pelo canal de tv à cabo TNT a partir das 20hrs (lembrando que para quem gostar de  ver as celebridades chegando ao local, o Red Carpet começa às 17hrs no canal E!).

E mais imprevisível do que o dia da semana da premiação, estão as apostas para os ganhadores deste ano. Acho que posso dizer que este será um dos Emmys mais concorridos dos últimos anos; o volume de excelentes produções  e canais na disputa é o maior já visto. Não temos como ter certeza de ganhador algum em um cenário onde The Handmaid’s Tale (Hulu), Game of Thrones (HBO), The Americans(FX), This is Us (NBC) e The Crown (Netflix) estão concorrendo na mesma categoria – Melhor Série de Drama – que também conta com Westworld (HBO) e Stranger Things (Netflix).

Normalmente tenho alguns palpites, esse ano só torcidas, rs! (Sterling K. Brown e Alexis Bledel por exemplo…)

E vocês? Me contem suas torcidas e apostas!

Vejam abaixo a lista completa de categorias e concorrentes (lembrando que alguns vencedores já foram anunciados junto com as categorias técnicas , os vencedores estão destacados) :

Melhor Série de Drama

Stranger Things – Game of Thrones – The Crown – The Handmaid’s Tale – This Is Us – Westworld – The Americans

 

Melhor Série de Comédia

Atlanta – Black-ish – Silicon Valley – Unbreakable Kimmy Schmidt – The Marvelous Mrs. Maisel – Curb Your Enthusiasm – GLOW – Barry

 

Melhor Telefilme

Black Mirror: USS Callister – Paterno -The Tale – Fahrenheit 451 – Flint

 

Melhor Minissérie ou Série Limitada

The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story -Godless – Patrick Melrose – The Alienist – Genius: Picasso

 

Melhor Ator em Série de Drama

Matthew Rhys (The Americans) – Sterling K. Brown (This Is Us) – Milo Ventimiglia (This Is Us) – Jeffrey Wright (Westworld) – Jason Bateman (Ozark) – Ed Harris (Westword)

 

Melhor Atriz em Série de Drama

Claire Foy (The Crown) – Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale) – Evan Rachel Wood (Westworld) – Keri Russell (The Americans) – Sandra Oh (Killing Eve) – Tatiana Maslany (Orphan Black)

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama

David Harbour (Stranger Things) – Mandy Patinkin (Homeland) – Peter Dinklage (Game of Thrones) – Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) – Joseph Fiennes (The Handmaid’s Tale) – Matt Smith (The Crown)

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama

Ann Dowd (The Handmaid’s Tale) – Alexis Bledel (The Handmaid’s Tale) – Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale) – Millie Bobby Brown (Stranger Things) – Thandie Newton (Westworld) – Lena Headey (Game of Thrones) – Vanessa Kirby (The Crown)

 

Melhor Ator Convidado em Série de Drama

Ron Cephas-Jones (This Is Us) – Gerald McRaney (This Is Us) – Matthew Goode (The Crown) – Cameron Britton (Mindhunter) – Murray Abraham (Homeland) – Jimmi Simpson (Westworld)

 

Melhor Atriz Convidada em Série de Drama

Samira Wiley (The Handmaid’s Tale) – Diana Rigg (Game of Thrones) – Cicely Tyson (How to Get Away with Murder) – Cherry Jones (The Handmaid’s Tale) – Viola Davis (Scandal) – Kelly Jenrette (The Handmaid’s Tale)

 

Melhor Ator em Série de Comédia

Anthony Anderson (Black-ish) – Donald Glover (Atlanta) – William H. Macy (Shameless) – Larry David (Curb Your Enthusiasm) – Bill Hader (Barry) – Ted Danson (The Good Place)

 

Melhor Atriz em Série de Comédia

Pamela Adlon (Better Things) – Alison Janney (Mom) – Lily Tomlin (Grace & Frankie) – Tracee Ellis Ross (Black-ish) – Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) – Issa Rae (Insecure)

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia

Alec Baldwin (Saturday Night Live) – Louie Anderson (Baskets) – Tituss Burgess (Unbreakable Kimmy Schmidt) – Brian Tyree Henry (Atlanta) – Henry Winkler (Barry) – Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel) – Kenan Thompson (Saturday Night Live)

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia

Kate McKinnon (Saturday Night Live) – Leslie Jones (Saturday Night Live) – Alex Borstein (The Marvelous Mrs. Maisel) – Megan Mullally (Will and Grace) – Zazie Beetz (Atlanta) – Betty Gilpin (GLOW) – Laurie Metcalf (Roseanne) – Aidy Bryant (Saturday Night Live)

 

Melhor Ator Convidado em Série de Comédia

Donald Glover (Saturday Night Live) – Lin-Manuel Miranda (Curb Your Enthusiasm) – Bill Hader (Saturday Night Live) – Bryan Cranston (Curb Your Enthusiasm) – Sterling K. Brown (Brooklyn Nine-Nine) – Katt Williams (Atlanta)

 

Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia

Jane Lynch (The Marvelous Mrs. Maisel) – Tina Fey (Saturday Night Live) – Tiffany Haddish (Saturday Night Live) – Wanda Sykes (black-ish) – Maya Rudolph (The Good Place) – Molly Shannon (Will & Grace)

 

Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme

Darren Criss (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) – Antonio Banderas (Genius: Picasso) – Benedict Cumberbatch (Patrick Melrose) – Jeff Daniels (The Looming Tower) – John Legend (Jesus Christ Superstar) – Jesse Plemons (Black Mirror: USS Callister)

 

Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme

Jessica Biel (The Sinner) – Michelle Dockery (Godless) – Sarah Paulson (American Horror Story: Cult) – Edie Falco (Law & Order True Crime: The Menendez Murders) – Laura Dern (The Tale) – Regina King (Seven Seconds)

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme

Jeff Daniels (Godless) – Brandon Victor Dixon (Jesus Christ Superstar) – Michael Stuhlbarg (The Looming Tower) – Edgar Ramírez (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) – Ricky Martin (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) – Finn Wittrock (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) – John Leguizamo (Waco)

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme

Penélope Cruz (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) – Judith Light (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) – Merritt Wever (Godless) – Adina Porter (American Horror Story: Cult) – Letitia Wright (Black Mirror: Black Museum) – Sara Bareilles (Jesus Christ Superstar)

 

Melhor Direção em Série de Drama

Stranger Things “The Gate”, Ross e Matt Duffer – Game of Thrones “Beyond the Wall”, Alan Taylor – Game of Thrones “The Dragon and the Wolf”, Jeremy Podeswa – The Crown “Paterfamilias”, Stephen Daldry – The Handmaid’s Tale, “After”, Kari Skogland – Ozark, “The Toll”, Jason Bateman – Ozark “Tonight We Improvise”, Daniel Sackheim

 

Melhor Direção em Série de Comédia

Atlanta “FUBU”, Donald Glover – Silicon Valley “Initial Coin Offering”, Mike Judge – Atlanta “Teddy Perkins”, Hiro Murai – Silicon Valley “Chief Operating Officer”, Jamie Babbit – The Marvelous Mrs. Maisel, “Pilot”, Amy Sherman-Palladino – Barry, “Make Your Mark”, Bill Hader – The Big Bang Theory, “The Bow Tie Symmetry”, Mark Cendrowski

 

Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme

American Crime Story, “The Man Who Would Be Vogue”,  Ryan Murphy – Godless, Scott Frank – Twin Peaks, David Lynch – The Looming Tower, “9/11”, Craig Zisk – Jesus Christ Superstar, David Leveraux e Alex Rudzinki – Paterno,  Barry Levinson – Patrick Melrose, Edward Berger

 

Melhor Roteiro em Série de Drama

The Handmaid’s Tale, “June”, Bruce Miller – The Americans, “START”, Joel Fields e Joe Weisberg – Stranger Things, “The Gate, Ross e Matt Duffer – The Crown, “Mystery Man”, Peter Morgan – Game of Thrones, “The Dragon and the Wolf”, David Benioff e D. B. Weiss – Killing Eve, “Nine Face”, Phoebe Waller-Bridge

 

Melhor Roteiro em Série de Comédia

Atlanta, “Alligator Man”, Donald Glover – Atlanta, “Barbershop”, Stefani Robinson – Silicon Valley, “Fifty-One Percent”, Alec Berg – The Marvelous Mrs. Maisel, “Pilot”, Amy Sherman-Palladino – Barry, “Make Your Mark”, Alec Berg e Bill Hader – Barry, “Loud, Fast And Keep Going”, Liz Sarnoff

 

Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme

American Crime Story “Creator/Destroyer”, Tom Rob Smith e Maggie Cohn – Godless, Scott Frank – American Crime Story “House By The Lake”, Tom Rob Smith – Twin Peaks, David Lynch e Mark Frost – American Vandal, “Clean Up”, Kevin McManus e Matthew McManus – Patrick Melrose, David Nicholls

 

Melhor Programa de Esquetes

Saturday Night Live – Portlandia – Drunk History – Tracey Ullman’s Show – I Love You, America – At Home with Amy Sedaris

 

Melhor Programa de Variedade

Full Frontal with Samantha Bee – Jimmy Kimmel Live! – Last Week Tonight – The Daily Show with Trevor Noah – The Late Late Show with James Corden – The Late Show with Stephen Colbert

Review: American Horror Story: Apocalypse – EP01 – “The End”

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Como foi amplamente divulgado, a 8ª temporada da série American Horror Story intitulada “Apocalypse”, será um crossover entre as temporadas Murder House (1ª) e Coven (3ª). Neste cenário, pouco foi dito sobre a trama, mas logo veio à público os atores envolvidos na produção e, consequentemente, personagens que retornariam à série. É importante frisar que alguns atores interpretarão mais de um personagem, alguns já conhecidos e outros novos – como é o caso de Sarah Paulson que atuará como Billy Jean, Cordélia e a vilã Veneable.

 

– ALERTA SPOILERS –

!!!

Mas se você estava ansioso para rever seus personagens já conhecidos, não foi isso que aconteceu em “The End”; logo no início do episódio somos apresentados à bilionária Coco (Leslie Grossman), seu cabeleireiro Gallant (Evan Peters) e sua assistente Mallory (Billy Lourd) em meio a um cenário de caos total. O noticiário em looping e os alertas de celular explicam que o mundo está sofrendo uma série de ataques nucleares em consequência da 3ª Guerra Mundial, e que o próximo deles acontecerá em Los Angeles. Após saber que tem acesso a um local seguro comprado por seu pai, Coco embarca em um avião com seus companheiros e também com a avó de Gallant, Evie (Joan Collins), uma deslumbrada atriz que já viveu seus dias de glória. Do avião, eles assistem ao míssil atingindo a cidade.

Em outro plot acompanhamos o atleta Timothy (Kyle Allen) ser aceito na UCLA minutos antes do ataque. Logo em seguida, agentes de uma empresa intitulada Cooperativa invadem sua casa e o levam para “um local seguro”, alegando interesse no DNA do jovem. Na quarentena ele conhece outra jovem, Emily (Ashley Santos), que foi levada da mesma forma. Após uma passagem de tempo de 2 semanas, eles são levados para o “tal lugar seguro”, chamado Posto 3.

Chegando lá são recebidos por Mrs. Veneable (S. Paulson) que lhes explica o funcionamento do lugar e suas regras. Neste momento vemos Kathy Bates como Miriam Mead, uma militar “braço direito” de Veneable. Aliás, aparentemente mais uma vez K. Bates faz um papel de co-protagonista, o que é um enorme desperdício de talento cometido por Ryan Murphy.

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Neste momento informações importantes são passadas ao telespectador: A Cooperativa é criada pela junção de “12 mentes brilhantes” – chamadas de Visionários, abastecida com financiamento privado e não possui nenhum vínculo político ou militar. Os habitantes dos postos de segurança foram escolhidos por suas qualidades – como é o caso de Timothy – ou pagaram para estar ali – por exemplo, Coco. As regras do local são bastante simples e resumem-se a não sair do local e a não fazer sexo não autorizado. Os habitantes são divididos em castas: os “púrpuras” – a elite, e os “cinzas” – os serviçais. Não há nenhum tipo de tecnologia e após uma cena com Timothy, fica implícito que existem forças sobrenaturais no local.

Responsáveis pelo comando do local, Veneable e Miriam aplicam castigos e torturas aos habitantes, muitas vezes por diversão, algo claramente contrário às intenções da Cooperativa. Aliás, o caráter da relação entre as duas personagens ainda não ficou muito claro.

Após uma nova passagem de tempo de 18 meses o narrador, Timothy, nos deixa a par do “Inverno-nuclear”, o que deixa o mundo externo ainda mais inóspito. Vemos também o início do relacionamento amoroso – nada discreto – de Timothy e Emily, contrariando as regras do local. Os demais habitantes mostram-se exaustos e irritadiços diante de sua situação.

Até que um belo dia o alarme é acionado informado a entrada de algo no terreno. Então acompanhamos a chegada de um homem montado em uma carruagem preta, e cuja identificação da Cooperativa traz o nome de ninguém mais, ninguém menos que: Michael Langdon. Sim, o filho de Tate e Vivien na 1ª temporada, mais conhecido como o Anticristo. Só que agora ele não é um bebe assustador, já é um jovem adulto, que chega ao Posto pedindo para falar com Veneable.

Então a mesma trilha sonora de Murder House se inicia e Michael (Cody Fern) entra no Posto e informa à Mrs. Veneable sobre a existência de um “Santuário”, um local definitivo de sobrevivência, já que é uma questão de tempo até que ocorra uma invasão no Posto ou os seus recursos se esgotem. E ele está ali para avaliar quais as pessoas são realmente merecedoras de acompanha-lo, podendo levar todos ou ninguém. Por fim, vemos que os cavalos que trouxeram Michael são abatidos por Miriam e devorados por algo que ainda não enxergamos – provavelmente zumbis. E desta forma o episódio chega ao fim!

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Enquanto aguardamos ansiosos pela próxima semana, podemos traçar algumas linhas de pensamento… e aqui compartilho com vocês algumas das minhas teorias:

. Pelo que pude perceber nos teasers promocionais, provavelmente haverá um “retorno” no tempo provocado pelas bruxas, de forma que elas impeçam a Guerra e os ataques antes que os mesmos aconteçam – o que resultaria em uma guerra entre elas e Michael. Então provavelmente teremos duas linhas temporais no decorrer da temporada.

. Serão muitas referências bíblicas e esotéricas nesta temporada, a começar pelo próprio Anticristo e seu nome Michael, cujo significado é “aquele que é similar à Deus” e que em algumas culturas afro-brasileiras é sincretizado como o orixá Exu; os jovens Timothy e Emily naquele contexto teriam uma linguagem similar a de Adão e Eva no Paraíso e o “fruto-proibido”, seria o sexo. A carruagem na qual Michael chega ao Posto me lembrou alguma imagem dos anjos do Apocalipse também.

. Curiosidade: as músicas tocadas em repeat no Posto são: “Calling Occupants of Interplanetary Craft”, da dupla Carpenters e depois “The Morning After” de Maureen McGovern. Olhando melhor as letras, o pobre Gallant não estava tão errado em achar que eram mensagens… quem sabe, não são?

Gostei bastante do episódio, tivemos muitas “apresentações” de personagens e roteiro, deixando um gostinho de crossover somente no final, com a chegada de Michael. Mas foi muito bom ver Sarah Paulson finalmente como uma vilã digna do talento dela. Ansiosa pelo restante da temporada! Caso tenham alguma dúvida ou pergunta, ou queiram dividir suas teorias comentem aqui embaixo ok?! Beijos!